Quebrando paradigmas

 

 

O nosso chamamento é para servir e amar ao Senhor de todo o nosso coração de toda a nossa alma e de todo o nosso entendimento. E o nosso entendimento dos fatos, não nos permite hoje, continuar como estamos. Algo deve ser feito, algo deve ser mudado, algo deve ser revisto, algo deve acontecer. A igreja marcha, assim como marcham os líderes. Deus levanta líderes para que o povo siga. Precisamos rever nosso “foco” a nossa “estratégia” e o nosso modo de fazer a obra. Precisamos questionar a nossa vida de oração, a nossa intimidade com Deus, o nosso relacionamento, a nossa intimidade com os irmãos, o nosso ensino, o nosso ministério, a nossa disposição de coração e tudo o mais que precise de uma completa reviravolta e mudança de curso. E levando isto em conta que consideramos os seguintes temas e paradigmas:

 

FRUTOS

  1. Deus quer que o propósito dÊle e a salvação dos homens seja para “poucos” ou para “muitos”?

  2. Devemos focar “qualidade” em prejuízo da “quantidade”?

  3. Devemos focar “quantidade” em prejuízo da “qualidade”?

  4. Qual deve ser o conceito de “qualidade”?

  5. Qual deve ser o conceito de “quantidade”?

  6. Nossa “qualidade” é questionável?

  7. Nossa “quantidade” pode ser contestada?

  8. A igreja está em franco crescimento ou estagnada?

  9. Os discípulos são para manutenção ou para reprodução?

  10. Os discípulos são líderes operosos ou nicho de problemas?

NOSSA ESTRATÉGIA

 

Se as coisas não estão acontecendo como deveriam, onde está a raiz de nosso problema?

  1. O nosso modelo de obra precisa ser revisto e atualizado ou podemos continuar como está?

  2. A nossa estratégia de proclamação e multiplicação tem obtido resultados significativos?

  3. Todos os nossos discípulos estão mobilizados e engajados no “fazer a obra”

  4. Nossos discípulos mais chegados são lideres de fato ou lideres em formação?

  5. Nosso ministério não será questionável se não estamos nos replicando em outros no que “somos” ou então no que “deveríamos ser?”.

  6. Estratégias que engessam e aprisionam não devem ser mudadas ou pelos menos criticadas?

  7. O que nos é realmente fundamental? O vinho ou o odre?

  8. Temos sido especialistas em vinho ou em odre?

  9. O que é realmente absoluto e imutável, o vinho ou o odre?

MINISTÉRIOS CHAVE

  1. Estamos efetivamente equipando os santos para o “desempenho do seu serviço?”.

  2. Os que estão à frente do rebanho expressam em sua vida e ministério o “modelo” para ser seguido e imitado?

  3. O conteúdo de nosso ensino tem produzido resultados em termos de formação de vida e de reprodução?

  4. Os que estão à frente como líderes, estão verdadeiramente qualificados ou estão queimando etapas?Temos clareza a respeito do ministério de cada um?

  5. Os líderes são reconhecidos e qualificados pelo que “sabem” ou pelo que “fazem”?

  6. Os presbíteros são indicados e ordenados pelas circunstâncias e necessidades da obra ou pelos seus frutos?

  7. Um líder que não tem fruto de seu ministério pode ser indicado para ser presbítero?

  8. Um presbítero não precisa de qualificações especiais para estar à frente do rebanho?

  9. Quais qualificações mínimas precisam para ser um presbítero?

  10. O“chamado”a“vocação”a“formação”a“maturidade”os“dons”o“ministério” e os “frutos” podem ser desprezados na indicação e ordenação de um

    presbítero?

  11. Será que atividade é sinônimo de realização?

  12. Podemos estar muito ocupados, muito ativos, fazendo muitas coisas, mas

    será que não estamos mais para Marta do que para Maria?

  13. Não será apenas uma questão de ocupar-nos, mas“em que”nos ocupamos?

  14. Será que temos aplicado em nossas próprias vidas tudo o que temos

    pregado e ensinado?

  15. Será que não temos o conceito certo, mas a vida errada?

OS VÍNCULOS

  1. Os vínculos são funcionais ou podem ser apenas nominais?

  2. As juntas e ligamentos existem para crescimento e formação ou apenas para

    criar a idéia de que somos um corpo?

  3. O que faz um “corpo” ser “corpo”? Será apenas os vínculos formais ou o

    funcionamento adequado de cada membro exercendo efetivamente a sua

    função para qual foi designado por Deus?

  4. Se cada membro não estiver funcionando no seu “dom” e “ministério”

    podemos assegurar-nos de que somos um “corpo”

  5. Qual é unidade que deve existir no corpo para que ele seja efetivamente um

    “corpo” bem ajustado e coordenado?

  6. O que significa “justa cooperação de cada parte?”.

  7. Os membros do corpo que não funcionam por acaso não deixam o “corpo”

    enfermo?

  8. Os membros do corpo que não estão funcionando adequadamente, o que

    deve ser feito?

  9. Os vínculos formais não podem dar uma falsa idéia de está tudo O.K.

    Quando na verdade não estão?

  10. Será que todos os que comumente chamamos discípulos, são de fato

    discípulos? Devem estar vinculados apesar disso?

UNIDADE

  1. Podemos queimar etapas com respeito à unidade quando se trata de unidade de espírito? Unidade de fé? E unidade de “corpo”?

  2. A unidade de espírito existe de fato entre nós? O que caracteriza esta unidade? Ela pode ser quebrada?

  3. A unidade de fé já foi estabelecida e consolidada entre nós?

  4. A unidade de corpo é uma possibilidade ou utopia? O que deve ser feito para

    alcançá-la?

  5. Não existe uma prioridade crescente nestes níveis de unidade: Amor,

    Revelação e Coordenação?

  6. O “amor” não deve ser pragmático expressado por “suportar” e “manter a

    paz?”.

  7. A “revelação” não é ter um foco comum, uma visão comum? Um modo único

    de andar e fazer a obra?

  8. A “coordenação” não é o ajuste de todo o corpo no modo de andar e de

    operar na mesma freqüência e propósito?

  9. Os relacionamentos no corpo são apenas por causa da “obra” ou existem

    numa amplitude que abarca todos os aspectos da vida?

  10. Os nossos relacionamentos no corpo são fraternais e prazerosos ou

    simplesmente nos toleramos apaticamente?

RELACIONAMENTOS

  1. O nosso relacionamento tem sido uma expressão de amor e serviço de uns para com os outros?

  2. A nossa comunhão não esta mais baseada em reuniões do que em relações fraternais de amizade e camaradagem?

  3. Quantos amigos íntimos temos em nossa relação na igreja?

  4. Os nossos irmãos mais íntimos, são confiáveis? Leais? Fiéis?

  5. O nosso companheirismo tem sido funcional ou apenas formal?

  6. Temos em nossos relacionamentos procurado “edificar uns aos outros” ou

    nossos encontros são somente para lazer e brincadeiras?

  7. A nosso respeito (quando o mundo nos vê) eles pode dizer “vêde como eles

    se amam?”.

  8. Nos nossos relacionamentos existe respeito, honra, reconhecimento,

    consideração, santidade?

  9. Quando surgem conflitos entre nós, temos sabedoria para resolver o

    problema, perdoar-nos mutuamente e estabelecer relacionamentos cada vez

    mais sólidos?

  10. Estamos conscientes de que se não amamos o irmão a quem vemos, não

    poder dizer que amamos a Deus a quem não vemos?

  11. Os nossos relacionamentos são sinceros, verdadeiros, transparentes?

  12. O nosso amor não é hipócrita e nem fingido ou muito superficial?

A NATUREZA DO EVANGELHO

  1. O evangelho que pregamos não é intenso, envolvente, atraente? Porque?

  2. Porque a cruz de Cristo não tem sido atraente em nossos dias?

  3. A ênfase do evangelho que pregamos não foca mais o didaquê do que o

    kerigma? Isto não pode ser um problema?

  4. Não focamos mais intensamente o “obedecer” do que o “crer”?

  5. Por acaso não focamos mais o “governo de Deus” do que o seu “amor e

    cuidado?”.

  6. Por acaso a ênfase de Jesus e dos apóstolos era mais sobre a “obediência”

    do que o “crer”?

  7. A bíblia combate mais à rebelião ou a incredulidade?

  8. Podemos fazer de um incrédulo um bom discípulo?

  9. A bíblia diz que o justo viverá pela obediência ou pela fé?

  10. Porque a ênfase na obediência pode ser um entrave ao crescimento?

  11. O evangelho do reino deveria produzir mudanças drásticas em todo os

    aspectos da vida, porque elas não ocorrem?

  12. Estamos com nossa pregação e ensino produzindo discípulos ou religiosos?

    Irmãos? ou falsos irmãos?

  13. Por acaso não está faltando algum elemento sobrenatural e místico na

    proclamação? Se faltar esse elemento ainda pode ser um evangelho de

    poder?

  14. A proclamação é apenas uma questão de obediência ou de unção?

  15. Estamos realmente preparados e treinados para“pescar homens?”.

VIDA PIEDOSA

  1. Os discípulos tem experimentado uma vida verdadeiramente piedosa?

  2. Os discípulos tem conseguido viver uma vida santa e irrepreensível?

  3. Os líderes são modelos de vida santa, justa e piedosa?

  4. Os discípulos expressam em seu andar uma conduta condizente com sua

    exaltada vocação?

  5. A vida de comunhão com o Senhor é uma realidade que se expressa através

    da oração perseverante, da leitura e estudo da palavra e da pratica dos seus

    ensinos?

  6. O ensino na vida dos discípulos tem se tornado em prática de vida ou mero

    acúmulo de conhecimentos teóricos?

  7. Buscar o Senhor, seu reino e sua Justiça é o “modus vivendi” de cada um ou

    estão mais ocupados com as coisas deste mundo?

  8. Cada discípulo tem expressado seu amor ao Senhor através do seu serviço

    aos santos e perdidos?

  9. Cada discípulo tem sido generoso no dar?

  10. Cada discípulo tem vivido para o Senhor e para os outros ou para si mesmo?

  11. O discípulo está mais envolvido como seus “pecados”e a prática do mal do

    que a prática do bem?

  12. Os discípulos são mais motivos de “alegria” ou de “tristeza”?

  13. Os discípulos “trabalham” ou “dão trabalho”

  14. Os discípulos são dóceis e ensináveis ou resistentes e teimosos?

  15. Os discípulos estão “incomodados” ou “acomodados”?

ELEMENTOS MÍSTICO

  1. Não será que perdemos o elemento místico de nossa relação com Deus e com sua obra por causa de nosso pragmatismo exacerbado?

  2. A presença manifesta de Deus não deveria estar evidente através da cooperação do Senhor na proclamação do Evangelho na pregação da Palavra e nas vidas transformadas?

  3. A direção do Espírito Santo é uma realidade em tudo o que planejamos, decidimos e executamos?

  4. Não será que inconscientemente abrimos mão da infusão do Espírito Santo em nossas vidas e em nossas ações, porque já termos tudo definido quanto ao modelo e estratégia de como fazer a obra?

  5. A não dependência do Espírito Santo não revela um espírito soberbo e auto- suficiente de nossa parte?

  6. Até que ponto a unção do Senhor em novas vidas, como um selo de aprovação, é algo tangível e perceptível por todos?

  7. Será que temos uma revelação clara do que o Senhor quer fazer de fato entre nós e por meio de nós?

  8. A falta de crescimento poderá ser atribuída somente ao fato de não estarmos proclamando o evangelho como deveríamos fazer?

  9. A questão dos resultados de nossa proclamação dependem somente de nossa obediência e perseverança ou de outros elementos que não estamos enxergando?

  10. Qual o lugar que deveria ocupar a oração perseverante, a fé, a unção, e a diligência?

MOTIVAÇÃO

  1. Será que nossas motivações estão corretamente focadas?

  2. Será que procuramos mais agradar a homens do que a Deus?

  3. Será que nosso compromisso e nossa consagração ao serviço do Senhor

    não estão numa rotina perigosa e num lugar comum comprometedor?

  4. Será que poderíamos ser chamados de “servo bom e fiel” pelo Senhor se

    analisarmos friamente o nosso desempenho?

  5. Será que a nossa motivação é realmente buscar a gloria do Senhor acima de

    todas as coisas?

  6. Será que os nossos desejos mais secretos e inconfessáveis já passaram pela

    cruz de Cristo?

  7. Será que gastando boa parte de nossas vidas e de nosso tempo de maneira

    equivocada e inconseqüente, não reflete a nossa falta de compromisso com a

    glória de Deus?

  8. Será que nossas necessidades e nossos interesses sejam do caráter que for,

    não tem sido um entrave para viver unicamente para o Senhor?

  9. Podemos assegurar com toda a certeza de que o caminho que estou

    trilhando agora é justamente o que o Senhor planejou para mim?

  10. Posso afirmar com toda a minha sinceridade e convicção de que vivo

    inteiramente para glória do Senhor?

OS INIMIGOS QUE DEVEMOS COMBATER

  1. Não será que estamos subestimando o poder do inimigo em entravar, criar contendas, dividir, cegar, desanimar, desviar, devorar e fazer –nos cativos de sua vontade e propósito?

  2. Será que estamos preparados e equipados com as armas necessárias para defender-nos e contra-atacar nosso adversário?

  3. Temos conhecimento de todos os seus desígnios?

  4. Temos mortificado a nossa carne para não permitir nenhuma brecha em

    nossa vida para Satanás não nos derrotar!

  5. Será que não temos somente preocupado com nossos atos pecaminosos e

    não com a fonte de nosso verdadeiro problema?

  6. Será que o problema é de fato os outros?

  7. Será que o mundo não tem sido mais atraente e exercido em nós mais seu

    poder força do que o Reino de Deus?

  8. Será que amamos mais este mundo do que o próprio Deus?

  9. Será que buscamos mais a glória dos homens do que a de Deus?

  10. A gloria de Deus é o alvo em tudo o que fazemos e desejamos?

COBERTURA APOSTÓLICA

  1. Qual é a nossa expectativa com o ministério apostólico e qual a abordagem que se poderá fazer para nos ajudar em todas estas questões?

  2. A cobertura apostólica a qual estamos vinculados, tem consciência de todo este pano de fundo ao qual nós estamos inseridos?

  3. De que forma pode cooperar “uns com os outros” para sanar e corrigir todas as áreas “problemáticas”

  4. Qual será a contribuição que outros “ministérios chaves” poderiam fazer para nos ajudar e fortalecer-nos nesta jornada?

CONCLUSÃO

Poderíamos destacar outras áreas que precisam de ajuste, no entanto, o que tem nos pesado em nosso espírito por ora (reconhecemos ser uma carga do Senhor) é o que sintetizamos acima. Cremos que precisamos nos humilhar e admitir a nossa falência e incapacidade de realizar da maneira certa e no tempo certo tudo o que o Senhor requer de nós. E não é pouca coisa! Temos que perguntar-nos se estamos dispostos a pagar o preço, qualquer preço e fazer qualquer sacrifício que seja necessário, para que à vontade e o propósito do Senhor seja alcançado. Obviamente isto se torna impossível sem o suporte de sua graça, do seu poder e da sua sabedoria para levar-nos a viver de “modo digno do Senhor e para seu inteiro agrado” formando um povo “zeloso e de boas obras”. Que o Senhor nos ajude a entender o desafio e buscar n’Êle a fonte dos recursos necessários para levantar-nos de onde caímos. “Sem mim nada podeis fazer!” A Ela seja a glória para todo o sempre! Amém!

 

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